Estudo

 

Pesquisa: Elio Mollo

 

EXPIAÇÃO
Obras citadas no texto.

 

 

 

Expiação
Enviado por leonardo (DF) em 25-09-2008. 12 sim, 10 não


Palavra derivada do latim: É a satisfação oferecida à justiça divina por meio da morte de Cristo pelos nossos pecados, em virtude do qual todos os que crêem em Cristo são pessoalmente reconciliados com Deus, livrados de toda a pena dos seus pecados e feitos merecedores da vida eterna;


Castigo ou sofrimento de pena, imposto ao delinquente, como uma compensação do delito praticado;
penitência;
reparação;
(no pl.) preces para aplacar a divindade.


http://www.dicionarioinformal.com.br/user.php?id=12890

 

Expiação

ex.pi.a.ção
sf (lat expiatione)

1. Ato ou efeito de expiar.

2. Penitência ou cerimônias para abrandar a cólera divina.

3. Sofrimento de pena ou castigo imposto a delinqüente.

sf pl Preces para aplacar a divindade ou para purificar os lugares profanados. E. suprema: pena capital.

http://michaelis.uol.com.br

 

* * *

 

Expiação, pena que sofrem os Espíritos como punição das faltas cometidas durante a vida corporal. A expiação, sofrimento moral, ocorre no estado de erraticidade, como o sofrimento físico ocorre no estado corporal. As vicissitudes e os tormentos da vida corporal são ao mesmo tempo, provas para o futuro e expiação do passado. 

Allan Kardec in “Instruções práticas sobre as Manifestações Espíritas” (VOCABULÁRIO)


 

(LE, Cap. I, Livro primeiro)

  in “O Livro dos Espíritos”, obra codificada por Allan Kardec.

 

1. O que é Deus?
"Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. 

 

(LE, Cap. I, Livro segundo)  

in “O Livro dos Espíritos”, obra codificada por Allan Kardec. 

 

178. Podem os Espíritos encarnar em um mundo relativamente inferior a outro onde já viveram?
 “Sim, quando em missão, com o objetivo de auxiliarem o progresso, caso em que aceitam alegres as tribulações de tal existência, por lhes proporcionar meio de se adiantarem.”

 

178a) - Mas, não pode dar-se também por expiação? Não pode Deus degredar para mundos inferiores Espíritos rebeldes?
“Os Espíritos podem conservar-se estacionários, mas não retrogradam. Em caso de estacionamento, a punição deles consiste em não avançarem, em recomeçarem, no meio conveniente à sua natureza, as existências mal empregadas.”

 

178b) - Quais os que têm de recomeçar a mesma existência?
“Os que faliram em suas missões ou em suas provas.”

 

195. A possibilidade de se melhorarem noutra existência não será de molde a fazer que certas pessoas perseverem no mau caminho, dominadas pela idéia de que poderão corrigir-se mais tarde?
“Aquele que assim pensa em nada crê e a idéia de um castigo eterno não o refrearia mais do que qualquer outra, porque sua razão a repele, e semelhante idéia induz à incredulidade a respeito de tudo. Se unicamente meios racionais se tivessem empregado para guiar os homens, não haveria tantos cépticos. De fato, um Espírito imperfeito poderá, durante a vida corporal, pensar como dizes; mas, liberto que se veja da matéria, pensará de outro modo, pois logo verificará que fez cálculo errado e, então, sentimento oposto a esse trará ele para a sua nova existência. É assim que se efetua o progresso e essa a razão por que, na Terra os homens são desigualmente adiantados. Uns já dispõe de experiência que a outros falta, mas que adquirirão pouco a pouco. Deles depende o acelerar-se-lhes o progresso ou retardar-se indefinidamente.”

 

199. Por que tão freqüentemente a vida se interrompe na infância?
“A curta duração da vida da criança pode representar, para o Espírito que a animava, o complemento de existência precedentemente interrompida antes do momento em que devera terminar, e sua morte, também não raro, constitui provação ou expiação para os pais.”

 

224. Que é a alma no intervalo das encarnações?
“Espírito errante, que aspira a novo destino, que espera.”

 

224a) - Quanto podem durar esses intervalos?
“Desde algumas horas até alguns milhares de séculos. Propriamente falando, não há extremo limite estabelecido para o estado de erraticidade, que pode prolongar-se muitíssimo, mas que nunca é perpétuo. Cedo ou tarde, o Espírito terá que volver a uma existência apropriada a purificá-lo das máculas de suas existências precedentes.”

 

224b) - Essa duração depende da vontade do Espírito, ou lhe pode ser imposta como expiação?
“É uma conseqüência do livre-arbítrio. Os Espíritos sabem perfeitamente o que fazem. Mas, também, para alguns, constitui uma punição que Deus lhes inflige. Outros pedem que ela se prolongue, a fim de continuarem estudos que só na condição de Espírito livre podem efetuar-se com proveito.”

 

231. São felizes ou desgraçados os Espíritos errantes?
“Mais ou menos, conforme seus méritos. Sofrem por efeito das paixões cuja essência conservaram, ou são felizes, de conformidade com o grau de desmaterialização a que hajam chegado. Na erraticidade, o Espírito percebe o que lhe falta para ser mais feliz e, desde então, procura os meios de alcançá-lo. Nem sempre, porém, é permitido reencarnar como fora de seu agrado, representando isso, para ele, uma punição.”

 

258. Quando na erraticidade, antes de começar nova existência corporal, tem o Espírito consciência e previsão do que lhe sucederá no curso da vida terrena?
“Ele próprio escolhe o gênero de provas por que há de passar e nisso consiste o seu livre-arbítrio.”

 

258a) - Não é Deus, então, quem lhe impõe as tribulações da vida, como castigo?
“Nada ocorre sem a permissão de Deus, porquanto foi Deus quem estabeleceu todas as leis que regem o Universo. Ide agora perguntar por que decretou Perguntai, então, porque Ele fez tal lei ao invés de outra. Dando ao Espírito a liberdade de escolher, Deus lhe deixa a inteira responsabilidade de seus atos e das conseqüências que estes tiverem. Nada lhe estorva o futuro; abertos se lhe acham, assim, o caminho do bem, como o do mal. Se vier a sucumbir, restar-lhe-á a consolação de que nem tudo se lhe acabou e que a bondade divina lhe concede a liberdade de recomeçar o que foi mal feito. Demais, cumpre se distinga o que é obra da vontade de Deus do que o é da do homem. Se um perigo vos ameaça, não fostes vós quem o criou e sim Deus. Vosso, porém, foi o desejo de a ele vos expordes, por haverdes visto nisso um meio de progredirdes, e Deus o permitiu.”

 

262. Como pode o Espírito, que, em sua origem, é simples, ignorante e carecido de experiência, escolher uma existência com conhecimento de causa e ser responsável por essa escolha?
“Deus lhe supre a inexperiência, traçando-lhe o caminho que deve seguir, como fazeis com a criancinha. Deixa-o, porém, pouco a pouco, à medida que o seu livre-arbítrio se desenvolve, senhor de proceder à escolha e só então é que muitas vezes lhe acontece extraviar-se, tomando o mau caminho, por desatender os conselhos dos bons Espíritos. A isso é que se pode chamar a queda do homem.”

 

262a) - Quando o Espírito goza do livre-arbítrio, a escolha da existência corporal dependerá sempre exclusivamente de sua vontade, ou essa existência lhe pode ser imposta, como expiação, pela vontade de Deus?
“Deus sabe esperar, não apressa a expiação. Todavia, pode impor certa existência a um Espírito, quando este, pela sua inferioridade ou má-vontade, não se mostra apto a compreender o que lhe seria mais útil, e quando vê que tal existência servirá para a purificação e o progresso do Espírito, ao mesmo tempo que lhe sirva de expiação." 

 

263. O Espírito faz a sua escolha logo depois da morte?
“Não, muitos acreditam na eternidade das penas, o que, como já se vos disse, é um castigo.”

 

264. Que é o que dirige o Espírito na escolha das provas que queira sofrer?
“Ele escolhe, de acordo com a natureza de suas faltas, as que o levem à expiação destas e a progredir mais depressa. Uns, portanto, impõem a si mesmos uma vida de misérias e privações, objetivando suportá-las com coragem; outros preferem experimentar as tentações da riqueza e do poder, muito mais perigosas, pelos abusos e má aplicação a que podem dar lugar, pelas paixões inferiores que uma e outros desenvolvem; muitos, finalmente, se decidem a experimentar suas forças nas lutas que terão de sustentar em contato com o vício.”

 

273. Será possível que um homem de raça civilizada reencarne, por exemplo, numa raça de selvagens?
“É; mas depende do gênero da expiação. Um senhor, que tenha sido de grande crueldade para os seus escravos, poderá, por sua vez, tornar-se escravo e sofrer os maus tratos que infligiu a seus semelhantes. Um, que em certa época exerceu o mando, pode, em nova existência, ter que obedecer aos que se curvaram ante a sua vontade. Ser-lhe-á isso uma expiação, que Deus lhe imponha, se ele abusou do seu poder. Também um bom Espírito pode querer encarnar no seio daquelas raças, ocupando posição influente, para fazê-las progredir. Em tal caso, desempenha uma missão.” 

 

295. Que sentimento anima, depois da morte, aqueles a quem fizemos mal neste mundo?
“Se são bons, eles vos perdoam, segundo o vosso arrependimento. Se maus, é possível que guardem ressentimento do mal que lhes fizestes e vos persigam até, não raro, em outra existência. Deus pode permitir que assim seja, por castigo.”

 

313. O homem, que neste mundo foi feliz, deplora a felicidade que perdeu, deixando a Terra?
“Só os Espíritos inferiores podem sentir saudades de gozos condizentes com uma natureza impura qual a deles, gozos que lhes acarretam a expiação pelo sofrimento. Para os Espíritos elevados, a felicidade eterna é mil vezes preferível aos prazeres efêmeros da Terra.”

 

328. O Espírito daquele que acaba de morrer assiste à reunião de seus herdeiros?
“Quase sempre. Para seu ensinamento e castigo dos culpados, Deus permite que assim aconteça. Nessa ocasião, o Espírito julga do valor dos protestos que lhe faziam. Todos os sentimentos se lhe patenteiam e a decepção que lhe causa a rapacidade dos que entre si partilham os bens por ele deixados o esclarece acerca daqueles sentimentos. Chegará, porém, a vez dos que lhe motivam essa decepção.”

 

331. Todos os Espíritos se preocupam com a sua reencarnação?
“Muitos há que em tal coisa não pensam, que nem sequer a compreendem. Depende de estarem mais ou menos adiantados. Para alguns, a incerteza em que se acham do futuro que os aguarda constitui punição.”

 

337. Pode a união do Espírito a determinado corpo se imposta por Deus?
“Certo, do mesmo modo que as diferentes provas, mormente quando ainda o Espírito não está apto a proceder a uma escolha com conhecimento de causa. Por expiação, pode o Espírito ser constrangido a se unir ao corpo de determinada criança que, pelo seu nascimento e pela posição que venha a ocupar no mundo, se lhe torne instrumento de castigo.”

 

372. Que objetivo visa a providência criando seres desgraçados, como os cretinos e os idiotas?
“Os que habitam corpos de idiotas são Espíritos sujeitos a uma punição. Sofrem por efeito do constrangimento que experimentam e da impossibilidade em que estão de se manifestarem mediante órgãos não desenvolvidos ou desmantelados.”

 

574. Qual pode ser, na Terra, a missão das criaturas voluntariamente inúteis?
“Há efetivamente pessoas que só para si mesmas vivem e que não sabem tornar-se úteis ao que quer que seja. São pobres seres dignos de compaixão, porquanto expiarão duramente sua voluntária inutilidade, começando-lhes muitas vezes, já nesse mundo, o castigo, pelo aborrecimento e pelo desgosto que a vida lhes causa.”

 

574a) - Pois que lhes era facultada a escolha, por que preferiram uma existência que nenhum proveito lhes traria?
“Entre os Espíritos também há preguiçosos que recuam diante de uma vida de labor. Deus consente que assim procedam. Mais tarde compreenderão, à própria custa, os inconvenientes da inutilidade a que se votaram e serão os primeiros a pedir que se lhes conceda recuperar o tempo perdido. Pode também acontecer que tenham escolhido uma vida útil e que hajam recuado diante da execução da obra, deixando-se levar pelas sugestões dos Espíritos que os induzem a permanecer na ociosidade.” 


Expiação no Guia HEU

http://www.guia.heu.nom.br/expiacao.htm

 
A provação é a luta que ensina ao discípulo rebelde e preguiçoso a estrada do trabalho e da edificação espiritual. A expiação é a pena imposta ao malfeitor que comete um crime.  

O CONSOLADOR – 16a. edição - Francisco Cândido Xavier – ditado pelo espírito Emmanuel - 1940

 

A união do Espírito a determinado corpo pode ser imposta por Deus do mesmo modo que as diferentes provas, mormente quando ainda o Espírito não está apto a proceder a uma escolha com conhecimento de causa. Por expiação, pode o Espírito ser constrangido a se unir ao corpo de determinada criança que, pelo seu nascimento e pela posição que venha a ocupar no mundo, se lhe torne instrumento de castigo.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS – A. Kardec,  questão 337 


Não há falta irremissível, que a expiação não possa apagar. Meio de consegui-lo encontra o homem nas diferentes existências que lhe permitem avançar, conformemente aos seus desejos e esforços, na senda do progresso, para a perfeição, que é o seu destino final.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS – A. Kardec, INTRODUÇÃO - VI

 
Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação

O LIVRO DOS ESPÍRITOS – A. Kardec, questão 132


Deus sabe esperar, não apressa a expiação. Todavia, pode impor certa existência a purificação e o progresso do Espírito, ao mesmo tempo que lhe sirva de expiação.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS – A. Kardec questão 262

 
A expiação se cumpre:

  • durante a existência corporal, mediante as provas a que o Espírito se acha submetido;

  • na vida espiritual, pelos sofrimentos morais, inerentes ao estado de inferioridade do Espírito.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS – A. Kardec, questão 998 

 
É a pena que o espírito sofre em decorrência de suas faltas cometidas durante a vida corpórea.  

No estado errante, a pena é moral; 
no estado corporal, é também física. 

 

Todos os sofrimentos provados pelo espírito são, ao mesmo tempo, expiações de erros passados e provas parra a evolução futura.

http://www.plenus.net/arquivos/glossario.html

 
Há mães que odeiam os filhos e, não raro, desde a infância destes. Às vezes, é uma prova que o Espírito do filho escolheu, ou uma expiação, se aconteceu ter sido mau pai, ou mãe perversa, ou mau filho, noutra existência (392). Em todos os casos, a mãe má não pode deixar de ser animada por um mau Espírito que procura criar embaraços ao filho, a fim de que sucumba na prova que buscou. Mas, essa violação obstáculos de que haja triunfado.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS – A. Kardec, questão 891

 

Sendo vicissitudes da vida corporal expiação das faltas do passado e, ao mesmo tempo, provas com vistas ao futuro, seguir-se-á que da natureza de tais vicissitudes se possa deduzir de que gênero foi a existência anterior. Muito amiúde é isso possível, pois que cada um é punido naquilo por onde pecou. Entretanto, não há que tirar daí uma regra absoluta. As tendências instintivas constituem indício mais seguro, visto que as provas por que passa o Espírito o são, tanto pelo que respeita ao passado, quanto pelo que toca ao futuro.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS – A. Kardec, questão 399 

 
As vicissitudes da vida corpórea constituem expiação das faltas do passado e, simultaneamente, provas com relação ao futuro. Depuram-nos e levam-nos, se as suportamos resignados e sem murmurar.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS – A. Kardec, questão 399

 
A perda dos entes que nos são caros representa uma prova, ou expiação.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS – A. Kardec, questão 934

 
O trabalho, por ser uma conseqüência da natureza corpórea do homem. É expiação e, ao mesmo tempo, meio de aperfeiçoamento da sua inteligência.O LIVRO DOS ESPÍRITOS – A. Kardec, questão 676
 
O mérito da existência de seres como os cretinos e os idiotas, que não podendo fazer o bem nem o mal, se acham incapacitados de progredir, é uma expiação decorrente do abuso que fizeram de certas faculdades. É um estacionamento temporário.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS – A. Kardec, questão 373

 

À frente dos irmãos irresponsáveis e enfermos, a colaboração dos espíritos superiores significa amizade fiel, ainda que essa colaboração expresse doloroso processo de reequilíbrio em favor desses espíritos enfermos.

 

A reencarnação, em tais circunstâncias, é o mesmo que conduzir o doente inerte a certa máquina de fricção para o necessário despertamento. Intimamente justaposta ao campo celular, a alma é a feliz prisioneira do equipamento físico, no qual influencia o mundo atômico e é por ele influenciada, sofrendo os atritos que lhe objetivam a recuperação.  

NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE – 22a edição - Francisco Cândido Xavier - André Luiz - 1954  

 

Espíritos infortunados não se enfastiarão tão cedo da loucura em que se comprazem... todavia, quando não se fatiguem, a Lei poderá conduzi-los a prisão regeneradora.

 

Há dolorosas reencarnações que significam tremenda luta expiatória para as almas necrosadas no vício. Temos, por exemplo:  

  • o mongolismo, 

  • a hidrocefalia, 

  • a paralisia, 

  • a cegueira, 

  • a epilepsia secundária, 

  • o idiotismo, 

  • o aleijão de nascença e muitos outros recursos, angustiosos embora, mas necessários, e que podem funcionar, em benefício da mente desequilibrada, desde o berço, em plena fase infantil. Na maioria das vezes, semelhantes processos de cura prodigalizam bons resultados pelas provações obrigatórias que oferecem...

NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE – 22a edição - Francisco Cândido Xavier - André Luiz - André Luiz - 1954 

 

Se existem reencarnações ligadas aos planos superiores, temos aquelas que se enraízam diretamente nos planos inferiores.


Se a penitenciária vigora entre os homens, em função da criminalidade corrente no mundo, o inferno existe, na Espiritualidade, em função da culpa nas consciências.
 
E assim como já podemos contar na esfera carnal com uma justiça sinceramente interessada em auxiliar os delinqüentes na recuperação, através do livramento condicional e das prisões-escolas, organizadas pelas próprias autoridades que dirigem os tribunais humanos em nome das leis, aqui também os representantes do Amor Divino podem mobilizar recursos de misericórdia, beneficiando Espíritos devedores, desde que se mostrem dignos do socorro que lhes abrevie o resgate e a regeneração.

 

Há reencarnações em perfeita conexão com os planos infernais que valem como preciosas oportunidades de libertação dos círculos tenebrosos. E como tais renascimentos na carne não possuem senão característicos de trabalho expiatório, em muitas ocasiões são empreendimentos planejados e executados daqui mesmo, por benfeitores credenciados para agir e ajudar em nome do Senhor.

AÇÃO e REAÇÃO - Francisco Cândido Xavier – André Luiz - 17ª edição - 1956

 

 

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